João Sevivas, Portugal
Na ilha negra o mar é de gente Onde batucam as melodias De encontro vão às penedias Onde o sol é sempre mais quente
Na ilha negra vi um dia Nascer a clara madrugada Era o mundo que nascia Com a poesia anunciada
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Por lobogabriel - 3 de Abril, 2009, 16:00, Categoría: poesia
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